IRRITAÇÃO - O FOGO DESTRUIDOR
IMPERIL
É um veneno expansivo que se espalha vagarosamente pelo sistema nervoso sempre que queimamos nossos corpos etéricos através da irritação. O Imperil interrompe os canais de eletricidade que fluem através da cadeia do nosso sistema nervoso. Uma vez que o sistema elétrico do corpo é bloqueado em vários lugares, e a eletricidade impedida ou cortada, sérios problemas físicos e psicológicos expandem suas raízes em nossa natureza.
Disfunções dos órgãos e glândulas
Campo propício para a proliferação de doenças
Em outros casos, quando as células têm excesso de energia para combater, tornam-se atemorizadas e hipertensas e desenvolvem tumores e câncer
Atuação em vários veículos
No plexo solar – problemas digestivos
Doença pouco enfattizada que está em toda parte, se esconde sob muitas formas e invade o nosso sistema com várias desculpas lógicas
Causas:
Ø Agitação do corpo astral (filmes ou livros sobre violência, crimes ou assuntos tensos. Raiva intensa por alguém ou perda de apoio de alguém em quem nos escorávamos).
Ø Stress de temperamento: usa a força de vontade para fazer o que você quer e se alguém não age de acordo perde a calma e produz abundância de Imperil.
Ø Ódio, desamor, contínua rejeição a uma pessoa, grupo ou idéia – o ódio obscurece a visão e provoca curto circuito no sistema vital de energia. Desamor e rejeição provocam esse veneno a ponto da pessoa perder o magnetismo e se transformar num instrumento de ataque ou isolamento. O preconceito também cria certos padrões de substância mental e emocional que causam irritação quando confrontados com horizontes mais amplos de novos conceitos.
Ø A sensação de se estar sendo vítima de abuso, enganado ou explorado.
Ø Reação a coisas que não se ajustam à própria maneira de agir – ressentimento.
Ø Pensamentos de vingança ou planos de destruição – gerações de pessoas são envenenadas por tal rumo de vida. O passado as controla e o presente não permite a visão clara do futuro devido ao sentimento de vingança.
Ø Crítica e discussões são as mais comuns maneiras de produzir irritação em si e nos outros. A crítica agita o corpo emocional e a bisbilhotice carrega o corpo astral com a polarização negativa. O Imperil é um dos maiores consumidores de energia física – ele exaure e debilita o organismo humano. O oposto, gratidão, estima etc, encoraja e provém de boas energias doadoras de saúde.
Ø Egoísmo, auto-suficiência e auto-satisfação são as doenças mais disseminadas no planeta e grandes fontes de Imperil. Tudo isso é contrário a evolução que sugere a inclusividade, a generosidade e a valorização do grupo.
Ø Queixas: queixar-se é um atrito emocional mental. Destrói o magnetismo e inunda a natureza de Imperil. Atraem para si problemas.
Ø Ingratidão: é sinal de estar sendo atacado pelo Imperil. Os mestres recomendam nos mantermos afastados das pessoas ingratas, porque o veneno delas pode nos atingir e contaminar nossa aura.
Ø Exigência e intolerância: um espírito exigente, coercitivo e intolerante pagará alto preço para recuperar a saúde. Uma exigência é uma força de propulsão que, quando não satisfeita, bate e retorna à fonte. Coação é a imposição da vontade de alguém sobre os outros. A intolerância é um constante exercício de pressão de sua vontade sobre os outros, tentando modificar o seu modo de viver e praticar a devoção.
Ø Complexo de inferioridade: A pessoa se identifica com seus fracassos e deficiências e passa a achar que os outros são mais bonitos, tem mais sucesso e são melhores do que ela. Sente-se rejeitada, criticada e tenta afastar-se das pessoas para não sentir sua inferioridade.
Ø Impaciência e ansiedade: causam mais doenças do que se pode imaginar. Na impaciência, nossa aura se distende e se torna disforme. Então o corpo emocional se agita, causando Imperil. A ansiedade ocasiona pressão sobre o corpo astral e etérico e sobre o sistema nervoso, produzindo Imperil.
Ø Distorção consciente dos fatos: causa grande tensão sobre os corpos sutis. Com a distorção consciente há quebra da harmonia natural do sistema energético nos corpos emocional e mental. Isso cria pressão que se transforma em medo e dúvida e depois em irritação.
Ø Intensificação do corpo astral: prática sexual excessiva, drogas alucinógenas, música de discoteca, rock. Esses tipos de música paralisam o sistema mental e levam ao esgotamento moral e físico. Mestre El Morya diz: “As emanações de irritação impedem a entrada dos pensamentos que Nós enviamos, assim como um toque não pode ser sentido pelo ouriço”.
Ø Barulho: leva a sérios problemas psicológicos, crimes, divórcios e suicídios.
§ Audível: som caótico que não tem qualquer significado ou finalidade.
§ Inaudível: vem das formas feias, cores desarmônicas, ondas de rádio e tormentas eletromagnéticas. O barulho penetra nos corpos sutis, mutilando as estruturas sutis dos corpos atômicos.
Importante: O barulho tem um efeito desintegrador sobre a mente. Ele gera um curto-circuito na linha de influência ou inspiração espiritual. Grandes idéias não podem alcançar um homem quando ele está repleto de irritação ou Imperil. Líderes e dirigentes de grupos são desaconselhados pelos Mestres a viverem retirados das grandes turbulências para facilitar a conexão.
A irritação emana do corpo como ondas de força distorcida, cheiro, odor e transpiração. Cria uma esfera estagnada a nossa volta impedindo que as ondas de Luz e sabedoria nos alcancem e sejam registradas por nosso coração e mente. Muitas vezes o plexo solar excessivamente ativado e aberto capta essas ondas de luz e devido às pesadas camadas de Imperil e irritação as distorce e as traduz conforme sua fantasia em mensagens pessoais enviadas pelos Grandes Seres.
Pessoas irritadiças devem ser evitadas. Elas contaminam a atmosfera do ambiente em que vivem e todos os objetos que tocam. Por isso a tradição de não permitir a entrada de pessoas estranhas nos santuários.
Formas de transmissão:
v Mau olhado (frutas ficam sem sabor, a água fica amarga e objetos quebram).
v Ato sexual e beijo na boca. A energia do desejo canaliza Imperil para o outro parceiro.
v Aperto de mão. Sapatos, meias, toalhas etc ficam completamente contaminados. Por isso deve-se fazer a desmagnetização de objetos usados.
v A água não transmite Imperil, ela o aprisiona. Mas se alguém bebê-la vai ficar contaminado.
v Rostos bonitos, pessoas bem vestidas não são sinônimo de isenção do Imperil.
v Orientais pesquisam antes de adquirir um imóvel; compram, muitas vezes, mesmo que não satisfaçam suas necessidades. Às vezes os problemas surgem quando mudamos para uma casa nova.
v Bibliotecas estão cheias de Imperil.
Pensamentos e sentimentos são forças. Imperil no ambiente é uma força contagiante que penetra nos objetos.
Condições perigosas:
v Bloqueio da eletricidade vital na rede do mecanismo
v Mal funcionamento dos centros e glândulas
v Crescimento excessivo das células para obter energia
v Inanição das células e degeneração do corpo
No plano mental:
v Insanidade
v Negatividade
v Ânsia pelo crime
v Depressão
v Impulsos suicidas
v Isolamento
v Aprovação
Proteção contra o Imperil:
v Rosas
v Cevada – purifica e fortifica os pulmões danificados pelo Imperil
v Alegria
v Amor
v Reconhecimento da divindade nos outros
Entenda o que acontece quando estamos apaixonados.
Nesta viagem pelo corpo humano, começamos no útero de nossas mães, demos os primeiros passos, atingimos a puberdade, a adolescência e nos tornamos adultos.
Podemos encontrar o amor em qualquer lugar, até no trabalho. De repente, alguém nos parece muito mais interessante do que os outros. Os românticos dizem que estar apaixonado é um capricho do coração. Mas, na verdade, o segredo da paixão se acha guardado no interior, lá no fundo de nosso nariz.
No nariz, os nervos olfativos fazem mais do que reconhecer os cheiros dos ambientes. Sem percebermos, eles também detectam e analisam as características de uma substância química liberada junto com o suor das pessoas que nos cercam: os ferormônios.
Por incrível que pareça, os ferormônios carregam informações detalhadas sobre nossa genética, saúde e capacidade de resistir a doenças.
Na hora da paquera, o cérebro analisa esses sinais para nos ajudar a escolher a pessoa com os melhores genes, que aumentem as chances de sobrevivência dos filhos que estarão por vir.
Apaixonar-se é muito mais do que viver emoções intensas. A paixão é química. Quando avistamos a pessoa querida, liberamos adrenalina na circulação. Por trás de um olhar apaixonado, está sempre uma descarga de adrenalina. O coração bate descompassado. Perdemos o sono.
Na medida em que o namoro avança e nos arrebata, entra em cena a dopamina, um neurotransmissor que nos traz sensação de bem estar. A dopamina é tão potente quanto a cocaína. Ela nos leva à euforia e causa dependência. Queremos ficar cada vez mais perto da pessoa amada.
Ocasionalmente, depois de um tempo juntos, pensamos em atingir os estágios mais profundos da relação amorosa: compromisso, casamento e, quem sabe, filhos. Apostamos em um relacionamento para durar a vida inteira. E, quem diria: até nossas futuras bodas de ouro dependerão de substâncias químicas.
O relacionamento íntimo e duradouro só existirá se a química for favorável. Sexo não é apenas uma fonte de prazer ou um meio de ter filhos. Sexo causa encantamento e reforça a ligação entre os amantes.
Durante o orgasmo, nossas hipófises inundam a circulação com ocitocina: o hormônio que estreita laços afetivos. É o mesmo hormônio que liga o bebê à mãe. Quanto mais sexo, mais ocitocina, mais ligados à outra pessoa nos sentimos.
Alguns antropólogos acreditam que a ocitocina é a grande responsável por manter pais e mães unidos, enquanto criam os filhos. União importante para garantir a sobrevivência das crianças. Sem ela, talvez a espécie humana não teria chegado aos dias atuais.
"De repente eu vejo"
(Essa é a tradução de uma musiquinha estúpida que tá bem na modae que é bem útil nas horas dominicais de alívio dastensões! É terapêutido!)"Seu rosto é um mapa do mundo É um mapa do mundo Você pode ver, ela é uma garota linda Ela é uma garota linda E tudo ao seu redor é uma piscina de luz prata Pessoas que a sua volta sentem o benefício disso Isso faz você calmo Ela mantém você na palma da mão Refrão De repente eu vejo Isso é o que eu quero ser De repente eu entendo Porque diabos isso significa tanto para mim? Eu quero caminhar pelo mundo Você pode ouvir ela é uma linda garota Ela é uma linda garota Ela preenche cada esquina, como ela se fosse nascida em preto e branco Faz você ficar atento Quando você está tentando lembrar o que você ouviu Ela quer deixar você ligado no seu mundo Refrão E ela é mais alta de todas E ela está olhando para mim Eu posso ver seus olhos olhando uma página na revista Ela me faz sentir como que se eu fosse uma torre Uma grande e forte torre A força para ser A força para dar A força para ver Ela conseguiu a força para ser A força para dar A força para ver"
"Minha impressão é que as mulheres já nascem cheias de poder. A diferença é que algumas demoram para descobrir e outras disfarçam para não assustar...”
RALF SCHINKE, 48 ANOS, DESIGNER DE JÓIAS, CASADO, PORTO ALEGRE - p/ a revista Claudia
"Arres, me deixe lá, que em endemoninhamento ou com encosto o senhor mesmo deverá de ter conhecido diversos homens, mulheres. Pois não sim? Por mim, tantos vi, que aprendi. Rincha-Mãe, Sangue-d’Outro, o Muitos-Beiços, o Rasga-em-Baixo, Faca-Fria, o Fancho-Bode, um Treciziano, o Azinhavre... o Hermógenes... Deles, punhadão. Se eu pudesse esquecer tantos nomes... Não sou amansador de cavalos! E, mesmo, quem de si de ser jagunço se entrete, já é por alguma competência entrante do demônio. Será não? Será?
"É preciso sofrer depois de ter sofrido, e amar, e mais amar, depois de ter amado".
Roberto DaMatta
Nos últimos anos, a vivência da perda irremediável conduziu-me a uma descoberta fora do comum. Levou-me ao entendimento que chorar é uma forma de rezar.
Choro, logo rezo; diria elegantemente um cartesiano. Rezo, logo choro; diria um estruturalista com gosto pelas esclarecedoras reversões que ajudam a descobrir dimensões ocultas; e a relativizar verdades e crenças estabelecidas. Relaciono-me de modo contraditório com todos que fazem parte de minha vida direta e indiretamente; de todos aqueles que, de algum modo, alcancei por minhas ações ou reações (que círculo imenso, Deus meu!); e logo compreendo que a todos e a cada um eu devo alguma coisa do mesmo modo que todos têm dívidas para comigo. No fundo, jaz soberano e, hoje em dia, um tanto envergonhado, o verbo amar que se desdobra em lágrimas e em palavras de agradecimento - de graças - de saudação, de confiança, de dor e de reconhecimento pela vida consciente da sua gratuidade e dos seus limites.O amor reconhecido nos faz ver que somos todos parte de uma pequena teia de elos sociais imperativos que, com o tempo, transforma-se num amplo oceano de laços opcionais. Por meio de marés imponderável, esse mar de conexões opcionais, transformam-se, por sua vez, em laços cruciais - do tipo: eu não vivo sem ela (ou ele), inventando a matéria-prima apanhada pela palavra saudade. Essa palavra-categoria luso-brasileira que, como nenhuma outra, convoca, reconciliando, choro e prece.
Dela, disse um Joaquim Nabuco relativizador e antropológico, sensível conhecedor das diferenças profundas entre sociedades e culturas, não o abolicionista e o político, para uma platéia americana no Colégio Vassar, em 1909:
"Mas como traduzir um sentimento que em língua alguma, a não ser na nossa, se cristalizou numa única palavra? Consideramos e proclamamos esse vocábulo o mais lindo que existe em qualquer idioma, a pérola da linguagem humana. Ele exprime as lembranças tristes da vida, mas também suas esperanças imperecíveis. Os túmulos, trazem-no gravado como inscrição: saudade. A mensagem dos amantes entre eles é saudade. Saudade é a mensagem dos ausentes à pátria e aos amigos. Saudade, como vedes, é a hera do coração, presa às suas ruínas e crescendo na própria solidão. Para traduzir-lhe o sentido, precisaríeis, em inglês, de quatro palavras: remembrance, love, grief e longing. Omitindo uma delas, não se traduziria o sentimento completo. No entanto, saudade não é senão uma nova forma, polida pelas lágrimas, da palavra soledade, solidão."
A marca desse estado, no qual até os afagos e o carinho dos amigos do coração tornam-se inúteis, é o choro como reza e a reza como choro. Pois em ambos está contida a experiência fundamental quando nos confrontamos com as situações fora de controle: com as negativas que nos roubam o pai, o filho, o cônjuge, o irmão e o amigo; ou com as moléstias que corroem as pessoas amadas. Reza e choro tentam responder aquele "porquê" aconteceu justamente conosco. Um "porquê" imperativo, desejoso de saber (para legitimar o que é percebido como mérito, pecado ou omissão) as razões do sofrimento; esse tema central na discussão dos sistemas religiosos realizada por Weber.
O choro-reza é tão verdadeiro para a criança que tem o chocolate negado pelos pais; quanto para o adulto que passa pela dor irremediável da perda de pessoas próximas. No soluço que nos sacode o peito e nos faz gemer de dor pela nossa condição de miséria e finitude, há o reconhecimento de que somos incompletos, perdidos, frágeis e fáceis de atingir porque tudo o que temos é relativo e passageiro.
Existe um sentido de humildade e de reconhecimento da perda de controle revelada no choro e na oração. Em ambas, há um render-se diante das frustrações do mundo ou da verdade muito mais perturbadora de que o mundo é mesmo um vale de lágrimas - um abismo arbitrário de frustrações e de perdas. Nas suas resplandecências, as lágrimas, como as rezas, deixam ver o que, ao fim e ao cabo, jamais iremos ter o que queríamos; que os outros não nos amam como gostaríamos que nos amassem; que não merecíamos sofrer aquele (ou este) golpe da sorte ou da vida; e que nada segue como nos romances, óperas, filmes e peças teatrais. Que, enfim, nem tudo é tão trágico ou nobre, mas que - como compensação - nada é tão feio ou sórdido porque tudo passa e os sinos dobram saudando, como diz Thomas Mann, o espírito da narrativa, ou essas lágrimas que no momento em que eu escrevo este texto, são derramadas pelo meu querido irmão Renato que morreu nesta última Sexta-Feira Santa.
Crônica publicada no Caderno 2 do O Estado de São Paulo, dia 2/4/2008.
Camões! Guimarães! Dorival Caymmi! Erich Fromm! Socorro!!! Alguém me ajuda a decifrar ou a colocar em palavras, ou ainda, tirar, deixar sair um pouco DISSO d mim, da inominável e ao mesmo tempo tão falada, banalizada (não! D jeito nenhum!) experiência do AMOR... Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhh!!!!!! Só tenho vontade d gritar... (criança?)... e d fugir correndo ou d abraçar imenso o infinito e terno colo do meu amor (ter um é d uma alegria indolente! - como dizemos na peça). Parece q o único querer (ficar junto, junto, junto, sentindo uma presença enooorme, um todo preenchido!), se não acontece, desperta todos os quereres inversos numa tentativa coitada d armadurar-se (ou seria "amar-durar"?). Cria-se então uma outra sensibilidade, facilmente ferível tão quão facilmente encantável! Me espanta isso! Começam mais quereres. Os que eram simples ficam grandes qndo tem d se transformarem em provas d amor! E daí é o q se vê: falta o ar e o medo sobra qndo ele precisa ser negado d alguma forma. E me livro do machucar, brigar, magoar. Ôôôô... pára com isso! Uma raiva dolorida, q faria d td pra deixar d ser raiva, se desmancha depois d um carinho paciente, d uma atenção gratuita e fatalmente, diante d um olhar entregue! Inebriado! Aaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh faço d tudo por outro olhar daqueles! "Inebria, entontece... é fascinação, aaaaamor!!!" PUTA Q PARIU! É essa a terrível e poderosa sensação d vc faria d td, d td mesmo pelo primeiro querer. Q é mais fácil, lúcido até. A coragem é toda. Inabalável num tanto q vive as tristezas todas bem triste, mas cuma firmeza dura d bonita! E vou t falar: a minha coragem é "muito gentil e preguiçosa... Sempre só depois do final acontecido era q a gente reconhecia como tinha sido homem no acontecer." Amor... "a gente só sabe bem aquilo q não entende".
Tenho uma certeza certa: gosto. Não q eu goste d gostar, mas gosto. D um jeito (fico boba d ver!) quase... patriótico! Parece q com um num-sei-o-quê-de-quê q tô defendendo alguma causa! Nossa! Vamo fazer passeata na Paulistaaa!! Eeeeee!!! Dançando ainda! Com uma flor no cabelo!!! Num vestido romântico e com aquela cara patética e atitude deprimente d ridícula! Ah! Move as montanhinhas q eu cômodamente havia parado em nome d uma tranqüilidade construída (não falsa! verdadeira, só construída... não... CONQUISTADA eu diria). "E - engraçado dizer - a gente apreciava aquilo. Dava uma esperança forte." Tão bonito é qndo a gente vê a figura desejada. Q ridículo! É adorável: faz cósquinhas no peito! Hahahahaha... e se quer sumir logo em seguida, com medo d q não dê pra conter, q fique mais ridículo ainda e principalmente, q o dito cujo perceba... ahhhh pára com isso d novo! O maior desejo da boca é o beijo! Quem foi o infeliz q inventou esse comportamento (q se faz necessário! Me dá o tempo d achar uma serenidade prum olhar mais sensível, sincero, menos atropelado pra coisa) d se fazer d difícil?! Num é nem d se fazer d difícil, é não deixar escapar o todo do sentimento, parece q é deixar o ouro pro momento mais merecido. Nossa, cada uma... num sabia, mas é isso q a gente deve raciocinar inconscientemente pra fazer o jogo no amor. Q preguiça... mas sim, é saudável até certo ponto, estimula! Afinal, a renúncia amorosa é garantia d amor (meio) eterno. Ter saudade da pessoa qndo se está com ela! E eu tenho, as saudades todas, caprichadas! É cruel e macio... macio. Todas as músicas (das mais inspiradas às mais bocós) começam a fazer sentido! Hahahaha me divirto até com essa tontice toda! Aí, tirei a sorte né: "amor lindo e sorte bela, é o que diz o Cupido. Terás com muita fartura o que tiveres pedido." Quaraquaquá!!! Deus nos ouça sr. Cupido! Me ver diferentemente disposta do disposta pelo amor d outra coisa. Ou numa indisposição arrazadora q tbm difere da indisposição d uma simples má vontade ou dorzinha acolá. É tudo, no mínimo, mobilizador! Tô gostando até d gostar então. Mesmo com as inseguranças e juventudes (como os arrebatamentos graves d ansiosos) mas ainda com as sabedorias todas. E vou permanecer, sem parar e quieta, paciente e ativa, esperando e agindo, forte, do tamanho do meu gostar, pra continuar... gostando.
"Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
se tão contrário a si é o mesmo Amor?"
Soneto 11 - Luís Vaz de Camões
"Ele era a minha neblina... o que hoje eu não entendo, naquele tempo eu já sabia." - João Guimarães Rosa